Você sabia?

Você sabia sobre os conservantes?

Assim como os corantes, gorduras, frituras, os conservantes também fazem parte dos fatores alimentares que podem causar câncer quando consumidos em excesso (STANOJEVIC et al., 2009).

Porque se preocupar com o sódio?

Um estudo de estimativa do consumo de sódio no Brasil revelou que a média nacional de ingestão no país é de 4500mg, ou seja, o resultado demonstra que o consumo no país excede duas vezes o limite máximo diário que deve ser ingerido desse nutriente (SARNO et al., 2009) Segundo a Organização Mundial da Saúde, o consumo ideal de sódio deve ser até 2000mg por dia.

Você sabia sobre o sódio?

De acordo com Costa e Santos (2011), quando consumido em excesso pode trazer muitos malefícios à saúde. Desde inchaço até aumento da pressão arterial, insuficiência cardíaca e AVE (conhecido popularmente como derrame).

Por que se preocupar com xarope de milho com alto teor de frutose?

O xarope de milho com alto teor de frutose é uma solução concentrada de açúcar e de baixo custo para a indústria de alimentos. Existem muitos produtos que contém este tipo de xarope adicionado à composição, o que aumenta a sua quantidade de carboidrato ingerido e a quantidade calórica. O consumo excessivo podem trazer consequências maléficas a saúde como: aumento de peso, obesidade, diabetes, doenças cardiovasculares, deficiência de vitaminas e minerais e resistência à insulina (GAINO E SILVA, 2011).

Você sabia sobre os Ketchup e Barbecue convencionais?

Molhos de Ketchup e Barbecue convencionais, contém xarope de milho com alto teor de frutose na composição. Além de outros açúcares como o melaço.

Por que se preocupar com o açúcar?

Segundo Levy et al (2012a), o crescimento das Doenças Crônicas Não-Transmissíveis e a obesidade tem relação direta com a inadequação dos padrões alimentares. A OMS enfatiza a necessidade de redução do consumo de alimentos com alto teor de energia e baixo teor de nutrientes e com alto teor de sódio, gorduras saturadas, gorduras trans e carboidratos refinados, como açúcar.

Você sabia sobre o açúcar?

Os mecanismos que ligam o excesso do consumo de açúcar a problemas de saúde são vários, incluindo a corrosão do esmalte dentário, o comprometimento da auto-regulação do balanço energético (fome/saciedade), seja ele determinado pelo aumento da densidade energética da dieta ou pela ingestão de calorias na forma líquida, e o aumento da concentração de triglicerídeos e diminuição da concentração da lipoproteína de alta densidade. Além disso, o consumo elevado de açúcares pode ser associado a uma diminuição no teor de proteínas e de micro-nutrientes na dieta. As recomendações nutricionais da Organização Mundial da Saúde estipulam que o consumo de açúcar não ultrapasse 10% do total de calorias da dieta. (LEVY et al, 2012b).

Por que utilizamos Stévia?

Stévia é um edulcorante natural que consiste no extrato das folhas de Stevia rebaudiana Bertoni. Além dos compostos edulcorantes, os extratos de stévia possuem outros benefícios como: possuem atividade antioxidante, antimicrobiana e antifúngica, contém ácido fólico, vitamina C e todos os aminoácidos indispensáveis, com exceção do triptofano.

Você sabe por que utilizamos Stévia e não sucralose?

A sucralose, apesar de ser obtida da cana de açúcar, não pode ser considerada natural, pois é desenvolvida através de um processo que envolve a cloração da molécula de sacarose (SILVA, 2014).

Por que se preocupar com corantes?

Segundo Constant et al (2002), corantes são aditivos alimentares definidos como toda substância que confere, intensifica ou restaura a cor de um alimento. Eles podem ser artificiais ou naturais.

Alguns corantes, como o artificial de caramelo ainda pode ser obtido através da reação entre açúcares e amônia/sulfitos que geram subprodutos que podem ser nocivos à saúde (CONSTANT et al, 2002).

Você sabia sobre a cúrcuma?

De acordo com Marchi et al (2016), a cúrcuma contém propriedades medicinais. O principal ativo da cúrcuma é a curcumina; ela possui efeitos anti-inflamatórios e é um antioxidante muito eficiente. Devido à sua cor amarelada, a cúrcuma é utilizada também na indústria alimentícia como um corante natural. Por ser natural e por suas propriedades medicinais, priorizamos pelo uso deste ingrediente em nossos produtos.

Você sabia sobre a cúrcuma?

De acordo com Marchi et al (2016), a cúrcuma contém propriedades medicinais. O principal ativo da cúrcuma é a curcumina; ela possui efeitos anti-inflamatórios e é um antioxidante muito eficiente. Devido à sua cor amarelada, a cúrcuma é utilizada também na indústria alimentícia como um corante natural. Por ser natural e por suas propriedades medicinais, priorizamos pelo uso deste ingrediente em nossos produtos.

Você sabia sobre os GMO?

Você sabia que GMO é uma sigla em inglês que significa Organismo Geneticamente Modificado? Mas GMO e transgênico não necessariamente significam a mesma coisa. Todos transgênicos são organismos geneticamente modificados, mas nem todos os GMOs são transgênicos (COSTA et al, 2004). Um transgênico possui material genético de outro organismo que pode até ser de uma espécie diferente. Já o GMO é modificado geneticamente, mas sem receber DNA de outro organismo. Nossos temperos são livres de GMO.

Referências Bibliográficas

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS: CHIATTONE, P.V.; TORRES, L.M.; ZAMBIAZI, R.C. Aplicacao do ozonio na industria de alimentos. Brazilian Journal of Food and Nutrition, v. 19, n. 3, 2008. CONSTANT, P.B.L; STRINGHETA, P.C.; SANDI, D. Corantes alimentícios. B.CEPPA, Curitiba, v. 20, n. 2, p. 203-220, jul./dez. 2002. COSTA, A.F.S; SANTOS, J.C. Reeducação Alimentar No Uso do Cloreto De Sódio Ajuda No Processo Ensino-Aprendizagem. Revista de Ciências Sociais do Norte do Mato Grosso, v.1, n.2, 2013. COSTA, T.E.M.M; DIAS, A.P.M; SCHEIDEGGER, E.M.D; MARIN, V.A. Avaliação de risco dos organismos geneticamente modificados. Ciência e Saúde Coletiva, v.16, n.1, p.327-336. 2011. GAINO, N.M.; SILVA, M.V. Consumo da frutose e impacto na saúde humana. Segurança Alimentar e Nutricional, Campinas, 18(2): 88-98, 2011 LEMUS-MONDACA, R.; VEJA-GÁLVEZ, A.; ZURA-BRAVO, L.; AH-HEN, K. Stevia rebaudiana Bertoni, source of a high-potency natural sweetener: A comprehensive review on the biochemical, nutritional and functional aspects. Food Chemistry, v.132, p.1121- 1132, 2012 LEVY, R.B.; CLARO, R.M.; BANDONI, D.H.; MONTEIRO, C.A. Disponibilidade de “açúcares de adição” no Brasil: distribuição, fontes alimentares e tendência temporal. Rev Bras Epidemiol, n.15, v.1:3-12, 2012a. LEVY, R.B.; CLARO, R.M.; MONDINI, L.; SICHIERI, R.; MONTEIRO, C.A. Distribuição regional e socioeconômica da disponibilidade domiciliar de alimentos no Brasil em 2008-2009. Rev Saúde Pública, n.46, v.1:6-15, 2012b. MARCHI, J. P.; TEDESCO, L.; MELO, A. da C.; FRASSON, A. C.; FRANÇA, V. F.; SATO, S. W.; LOVATO, E. C. W. Curcuma longa L., o açafrão da terra, e seus benefícios medicinais. Arq. Cienc. Saúde UNIPAR, v. 20, n. 3, p.189-194, set./dez. 2016. NERVIS, D.; BITELLO, A.R.; PÉRICO, E. Avaliação do consumo de açúcar extrínseco em clientes de uma Unidade de Alimentação e Nutrição. Revista Destaques Acadêmicos, n.3, v.5, 2013. OLIVEIRA, V.A.; OLIVEIRA, T.W.N; ALENCAR, M.V.O.B.; CERQUEIRA, G.S. PERON, A.P.; SOUSA, J.M.C. Relação entre consumo alimentar da população nordestina e o alto índice de câncer gástrico nesta região. RevInter Revista Intertox de Toxicologia, Risco Ambiental e Sociedade, v. 7, n. 3, p. 06-24, out. 2014. PREICHARDT, L.D; VENDRUSCOLO, C.T.;GULARTE, M.A.; MOREIRA, A.S. Efeito da goma xantana nas características sensoriais de bolos sem gluten. Revista Brasileira deTecnologia Agroindustrial, v. 03, n. 01: p. 70-76, 2009. PROESTOS, C.; ZOUMPOULAKIS, P.; SINANOGLOU, V. J. Determination of plant bioactive compounds, antioxidant capacity and antimicrobial screening. Focusing on Modern Food Industry, v. 2, n.1, 2013. STANOJEVIC, D.; et al. Antimicrobial eff ects of sodium benzoate, sodium nitrite and potassium sorbate and their synergistic action in vitro. Bulgarian Journal of Agricultural Science, v. 15, n. 4, p. 307-311, 2009. SARNO, F.; CLARO, R. M.; LEVY, R. B.; BANDONI, D. H.; FERREIRA, S. R. G.; MONTEIRO, C. A. Estimativa de consumo de sódio pela população brasileira. Revista de Saúde Pública, v. 43, n. 2, p. 219-225, 2009. SILVA, A.C.M.L. Determinação do perfil sensorial descritivo, perfil tempo-intensidade e estudo de consumidor de néctar de pêssego (Prunus pérsica L.) adoçado com sacarose e diferentes edulcorantes. Tese de mestrado – UNICAMP, Campinas, 2014 SPELLMEIER, J.G.; STÜLP, S.Avaliação da degradação e toxicidade dos corantes alimentícios eritrosina e carmim de cochonilha através de processo fotoquímico. Acta Ambiental Catarinense, v. 6, p. 65-83, 2009.

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